Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Gaza: imagens da violência que marcam

Reproduzo as fotos abaixo às lágrimas:



Fumaça produzida por ataque aéreo israelense em Gaza nesta sexta-feira


Jihad Misharawi carries his son's body at a Gaza hospital. (AP)


veja.abril.com.br


Tanques israelenses estcionados na fronteira com a Faixa de Gaza

Idade Média em seu início: pt.euronews.com


As maiores vítimas da violência: as crianças: pt.euronews.com


Hoje, o Blog do GEDEV resolveu nada dizer. Tire suas próprias conclusões, caro leitor, sobre a guerra (qualquer ela) e a violência que dela resulta.

Comentários

Postagens mais visitadas