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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Furtaram até o saldo do FGTS dos funcionários da Ativa

O depoimento de Sandro Sérgio Trigueiro da Costa elucida outros elementos.
Até os carros pessoais dos diretores da ONG eram abastecidos com recursos da Ativa. E isso com o cenário administrativo desolador: "atualmente a instituição não dispõe de nenhum tipo de material de expediente e de limpeza, faltando material básico para trabalho, cabendo ressaltar que o os recursos repassados para a Associação são valores exorbitantes", diz Sandro.
Além disso, a maioria dos que foram demitidos em 2011 e 2012 não recebeu suas verbas rescisórias e estava com as carteiras de trabalho retidas quando o funcionário prestou depoimento.
Do pequeno grupo indenizado, cerca de dez pessoas, ninguém recebeu o FGTS: "quando foram sacar os valores do Fundo de Garantia – FGTS, perceberam que alguém já havia sacado, suspeita- se que foram pessoas a mando da Direção que realizaram os saques, dentre elas uma Senhora chamada Franciele, que foi encaminhada para trabalhar na SEMTAS", diz Sandro.
E há a confirmação no depoimento do funcionário de que muitos novos colaboradores contratados na gestão de Micarla de Sousa foram indicados por Gilson Moura.
Bom lembrar que a investigação na Ativa decorre da Operação Pecado Capital e do envolvimento dos apadrinhados pelo deputado, que já tinham participado de um esquema de corrupção no IPEM, em novos esquemas na Ativa.

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