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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Em reunião fechada, PT decide sobre posicionamento no governo Carlos Eduardo


Em uma reunião fechada, sem a presença da imprensa, o diretório municipal do PT está decidindo sobre a posição a ser adotada no governo Carlos Eduardo. O deputado estadual Fernando Mineiro e o vereador Fernando Lucena são adeptos da tese, já definida em resolução, de que o partido não deve participar da administração.
Já o grupo da deputada federal Fátima Bezerra deseja deixar os filiados livres para, caso sejam convidados, integrarem a equipe da gestão municipal. Para iniciar a reunião, o diretório municipal do PT pediu a retirada da imprensa do Plenarinho da Assembleia, onde o debate ocorre.
Com duas fortes correntes de posicionamento, a expectativa é que a reunião entre pela noite.

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