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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

CEI Mirassol voltou a veicular comercial preconceituoso?

Passo a maior parte de meu tempo fora de Natal, como é de se esperar de quem trabalha dando aulas em Fortaleza, evidentemente.
Por isso, não tenho visto televisão potiguar há tempos.
Segundo me informa minha velha amiga Gleyce Souza, mesmo depois de pedir desculpas pela campanha desastrada que veiculou semanas atrás, o CEI Mirassol e a Crioula optaram por manter o comercial criticado no ar.  E, segundo consta, a segunda versão com o pedido de desculpas não foi mais visto.
Reveja o comercial repleto de preconceito abaixo:


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