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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Ativa tinha contratações políticas e desrespeito à legislação

Segundo o que apurou o Ministério Público, várias pessoas foram contratadas por indicação política e sequer trabalhavam na Ativa, pois eram contratadas para programas sociais que nunca foram implantados.

Documentos comprovam uma série de irregularidades nas contratações de empresas prestadoras de serviço, sem que haja licitação, bem como na forma remuneratória dos funcionários, que para os mesmos cargos, possuíam salários totalmente destoantes.

Também foi descoberto um grande valor pago aos funcionários, principalmente do alto escalão, em diárias e horas extras - o que vai de encontro ao que prevê a legislação trabalhista.

Vários nomes próximos à gestão de Micarla de Sousa estão envolvidos nas falcatruas da Ativa. Gente como o seu presidente Bruno Anderson, a blogueira Thalita Moema, políticos como Aquino Neto e Gilson Moura.

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