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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Quem é o advogado com quem promotor se acertara?

Rychardson Macedo, George Olímpio talvez sejam os mais badalados, mas todas as investigações sobre corrupção nos últimos tempos em Natal envolveram advogados como acusados.
Basta lembrar que um dos advogados escolhido na lista sêxtupla para ocupar vaga no Tribunal de Justiça, Verlano Medeiros, foi denunciado pelo Ministério Público Federal como participante de um esquema de fraudes em licitações no município de Sítio Novo (RN).  Outro advogado, Felipe Cortez, foi acusado por Carla Ubarana na já clássica delação premiada da Operação Judas.
Hoje, o Procurador Geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, efetuou a prisão do promotor José Fontes de Andrade, que atua em Parnamirim.
E logo em seguida o MP divulgou o vídeo (que você pode ver abaixo) em que o promotor aparece pedindo R$ 12 mil ao empresário que o denunciou.
E mais uma vez, um advogado.  Fontes diz que procurou dois advogados, dizendo que o caso era de um parente. Fechou com um deles.  Os R$ 12 mil serviriam para que o advogado escrevesse a defesa do empresário na questão que Fontes investigava e o promotor se comprometia a arquivar o caso.
Quem será esse advogado?

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