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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Posto tinha notas em nome de Edivan Martins

A busca e apreensão realizada pelo Ministério Público no Posto Natal, esquina das avenidas Alexandrino de Alencar e Olinto Meira, revelou indícios de práticas de crime contra outro candidato.
Foram encontradas notas e um relatório de abastecimentos em nome do atual presidente da Câmara Municipal de Natal, o vereador Edivan Martins (PV).  Edivan não foi reeleito, mas ficou com a primeira suplência do partido no último domingo.
No escritório também foi apreendido um relatório de abastecimentos em nome de Jacó Jácome.  No entanto, os valores em nome de Edivan são superiores aos de Jacó.
Ambos podem ser condenados com base no Artigo 41-A da lei eleitoral, que prevê multa de mil a cinquenta mil UFIR, além da cassação do registro ou diploma.

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