Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Veja como o Inase administra o Hospital de Itaboraí (RJ)

A nota do Inase distribuída ontem diz que a Organização Social, responsável pela administração do Hospital da Mulher em Mossoró, afirma que em "razão dos resultados positivos alcançados nas gestões que executa no Estado do Rio de Janeiro, o Inase obteve sua qualificação como Organização Social no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte".
A questão é que o Inase atualmente administra apenas o Hospital Municipal de Itaboraí, no Rio de Janeiro.
Veja como lida o Inase com a administração do Hospital em Itaboraí, nas palavras da deputada estadual do Rio de Janeiro Janira Rocha, do PSOL.  O pronunciamento é de agosto passado.



A Pró-Saúde, uma das OSs que tentou se habilitar no processo para o Hospital da Mulher, tem indiscutivelmente mais experiência que o Inase.  Por que o Inase sem a qualificação adequada foi qualificada e a Pró-Saúde não?

Comentários

Postagens mais visitadas