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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Apenas o NoMinuto destacou pedido de quebras de sigilo

Apenas o NoMinuto (http://www.nominuto.com/noticias/cidades/ministerio-publico-anuncia-envolvimento-de-micarla-e-secretarios/90297/) destacou que o MP, além do afastamento, pediu a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico da prefeita Micarla de Sousa (PV).
E somente fiquei sabendo porque a nota da prefeita, em que ela afirma sua própria inocência.  Aliás, é ridículo que ela diga não ter compactuado com os esquemas de corrupção que lhe foram propostos. Disse Micarla, em nota oficial que hoje enfrenta "tamanhas dificuldades como política e gestora, deve-se ao fato de em vários momentos ter me negado a compactuar com atos delituosos, historicamente adotados na política".
Fiquei com a impressão que Micarla talvez tenha dado a entender que cedera parcialmente em alguns casos.  

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