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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

@mineiropt13: Ao(à)s que acreditaram


Por Fernando Mineiro
No blog de campanha


Não alcançamos a vitória eleitoral, mas não me sinto derrotado. Ao contrário, venci as adversidades, venci a indiferença e a descrença de setores da cidade, venci meus limites.

Saio desta campanha com as mãos e a consciência limpas e com a certeza de que trilhei o caminho certo e travei um bom combate.

Desde o início, por respeito às pessoas e a esta cidade que tanto amo, defini o rumo que seguiria e o persegui com todas as minhas forças, dele não me afastei um milímetro: fazer uma disputa sob os signos da ética e da sinceridade, sem concessão à demagogia e ao discurso fácil.

Por isso mesmo recusei o jogo da disputa menor, dos ataques e das artimanhas tão comuns a um certo estilo de fazer política.

Visitei todas as regiões da cidade, conversei com todos os setores da sociedade sobre os nossos problemas conjunturais e estruturais. Apresentei propostas concretas, ouvi sugestões. Hoje conheço mais e melhor esta cidade onde nasci para a política e me fiz cidadão.

A palavra que mais se aproxima do que sinto neste momento é GRATIDÃO.

Gratidão aos(às) 85.914 natalenses que acreditaram em nossas propostas; gratidão ao Carlos Alberto, meu candidato a vice-prefeito, pela confiança, solidariedade e companheirismo; gratidão aos(às) nossos(as) candidatos(as) a vereador(a); gratidão a quem trabalhou diretamente comigo, me assessorando e organizando as atividades nas ruas; gratidão aos profissionais que fizeram a campanha na tv, na rádio e nas redes sociais; gratidão aos artistas que fizeram e cantaram nosso jingle.

E gratidão especial aos(às) jovens e crianças (sim, crianças) e às pessoas que, anonimamente, em todos os cantos da cidade se envolveram e construíram este que foi o mais belo momento de minha trajetória política.

Por tudo que foi esta disputa, o natural cansaço de tão intensa luta se transforma em estímulo e certeza de que vale a pena exercer a política com ética, sinceridade e respeito às pessoas

A todos e a todas que comigo sonharam - e sonham - com uma feliz cidade, o meu mais profundo, e sincero MUITO OBRIGADO.

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