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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Juiz relator de decisão do TRE é advogado de Edivan Martins

O processo de número 0214711-50.2007.8.20.0001 apurou crimes como corrupção passiva e tinha como um dos acusados o vereador e presidente da Câmara Municipal de Natal, Edivan Martins (PV).
O processo se refere à Operação Impacto e Edivan, finalmente, foi inocentado.  O caso está em grau de recurso e em breve será julgado pelo Tribunal de Justiça.
Sabem quem advoga para Edivan nesse caso?

Está ali na equipe de advogados: Verlano de Queiroz Medeiros.  Apadrinhado de Erick Pereira e Henrique Eduardo Alves, Verlano se tornou juiz do TRE.
Acontece que Verlano foi o relator do acórdão que gerou polêmicas e reviravoltas - podendo devolver Edivan, que não foi reeleito nas urnas -, à Câmara Municipal em 2013.
Os recursos apresentados ao TRE pela coligação que reelegeu os vereadores Raniere Barbosa (PRB) e George Câmara (PCdoB), que questionam a interpretação dada pelo juiz Ibanez Monteiro à decisão do TRE acerca da retirada do PT do B de sua coligação, voltarão à mesa de Verlano.  Ibanez compreendeu que, extraído o PT do B, a coligação deixaria de existir e os votos dados a ela deveriam ser considerados nulos. 
Esquisita a participação de um advogado de uma das partes interessadas em decisões que podem reverter o que foi a manifestação do desejo popular nas urnas.

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