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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Entidades do movimento social se unem em defesa de mandatos



Ontem à noite, evento reuniu entidades do movimento social em defesa dos mandatos de George Câmara e Raniere Barbosa, ameaçados pela justiça eleitoral.

O vídeo do evento ainda sendo publicado no Youtube.

Abaixo, nota pública assinada pelas entidades e outros cidadãos presentes ao ato:
Os Movimentos Sociais foram surpreendidos com a tentativa de mudar o resultado das últimas eleições para vereador de Natal. Os vereadores George Câmara e Raniere Barbosa, eleitos por maioria de votos, foram retirados da lista pelo TRE e numa jogada jurídica suspeita, os vereadores Edivan Martins e Cláudio Porpino, derrotados nas urnas, acabaram sendo considerados eleitos.
Se não bastasse a incoerência deste ato, o juiz relator do processo é também o advogado do vereador Edivan Martins, réu no caso da Operação Impacto.
A decisão, se mantida, joga na lata do lixo mais de 27 mil votos que foram dados ao conjunto dos candidatos pela coligação União por Natal II. Além de ser um absurdo político a manobra fere a vontade soberana do povo de Natal expressa nas urnas e, consequentemente, a própria democracia.
Convidamos a sociedade potiguar a se indignar com essa situação e garantir a vontade dos que votaram em George Câmara e Raniere Barbosa e demais companheiros (as) da coligação União por Natal II. Essa é uma luta em defesa do direito democrático de vermos nossa casa legislativa formada por aqueles que realmente foram eleitos pelo povo de Natal.
Conclamamos o poder judiciário como guardião dos princípios democráticos, para que corrija este equivoco que se mantido será um verdadeiro golpe na democracia e na soberania popular.
Natal, 29 de outubro de 2012.
Conam, FECEB, FECNAT e Entidades Filiadas, CTB e Sindicatos Filiados, CUT e Sindicatos Filiados, CGTB e Sindicatos Filiados, NCST e Sindicatos Filiados, FTI, UNE, UBES, UMES, APES e Grêmios Estudantis,UJS, Movimento Poetas Del Mundo, SPVA, SOS Ponta Negra, Assussas, DCE/UFRN, ANRED, entre outras entidades.

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