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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

É o fim do impresso do Diário de Natal

Por Sérgio Vilar
http://diariodotempo.com.br/2012/10/e-o-fim-do-impresso-diario-de-natal/


A única informação que sei a respeito do fim da versão impressa do Diário de Natal é esta abaixo, publicada na edição de hoje. Nada foi comunicado aos repórteres da redação. Pelo contrário, havia a expectativa da volta do modelo standard, que deveria vir junto com a mudança de sede para Lagoa Nova – previsão de mais uns quatro meses. Surpresa total. E, pra mim, decepção. Sou entusiasta do jornalismo impresso. Reconheço as mudanças, os sinais dos tempos. Mas a credibilidade do impresso é inigualável, até então. Vamos ver daqui pra frente. Em breve estreio também no noticiário online, por outro veículo: o portal No Ar. Experiência nova e, tomara, promissora. Agora serão dois onlines na rotina. Sou um jornalista virtual, já pensou?

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