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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Da minha lista ideal, oito foram eleitos

Vamos falar de eleições em Natal.
Meu primeiro post vai falar sobre a Câmara eleita, a partir dos dois posts em que escrevi sobre aqueles que gostaria de ver eleitos e sobre os que não deviam mais estar lá.
Minha Câmara ideal tinha George Câmara (PCdoB), eleito com 3.559 votos.  Dentre os demais do PCdoB, destaque para Justina Iva, primeira suplente com 3.140 votos.
Na minha lista estava também a professora Amanda Gurgel, do PSTU, que teve uma votação histórica, com 32.819 votos.  Para se ter uma ideia, Amanda teve apenas 5.756 votos a menos que Rogério Marinho, o tucano que ficou em quarto lugar no primeiro turno.
Entre os meus candidatos do PT, elegeram-se Fernando Lucena (3.278 votos) e Hugo Manso (2.234 votos).   Destaques para os três primeiros suplentes, Bico (1.964 votos), Soraya (1.961) e Júnior Souto (1699 votos).
Minha única indicação do PSB, Júlia Arruda, foi reeleita com 5.930 votos, a nona mais votada.
Dos dois que indiquei no PRB, apenas Ranieri foi reeleito com 5.657 votos.
Indiquei dois candidatos do PSDC (Isaque Galvão e professor Joanilson). O partido elegeu a professor Eleika com 2.210 votos.  Pessoa próxima a José Agripino (DEM).
Sintomático que o partido de Carlos Eduardo, que liderou o primeiro turno, não tenha eleito nenhum vereador.  Nem mesmo Sargento Regina, que, vereadora, teve míseros 1.328 votos.  O meu outro nome era Sávio.
O PCB não elegeu ninguém - eu havia indicado o irmão Dailton, que teve 120 votos.
E os três do PSOL que indiquei, dois foram eleitos arrastados pela votação de Amanda Gurgel: Sandro Pimentel (com 1.398 votos) e Marcos (com 717 votos).  Santino ficou na suplência, com 599 votos.
Dos meus candidatos, então, foram eleitos oito nomes, dos 29 (George Câmara, Amanda Gurgel, Fernando Lucena, Hugo Manso, Júlia Arruda, Ranieri Barbosa, Sandro Pimentel e Marcos).



Comentários

  1. Caro blogueiro, fico muito grato por ter feito parte da sua lista de candidatos preferidos. Gestos como esse me faz acreditar que é possível fazer um bom trabalho naquela casa legislativa.
    Te garanto: Natal nunca mais esquecerá do nosso mandato, aguarde. Mais uma vez te agradeço.

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