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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Caso PT do B: Por que o recurso contra Carlos Eduardo está no TSE?

Se a situação que gera a circunstância que terminou por possibilitar a reviravolta na Câmara Municipal, com a entrada de Edivan e Cláudio Porpino em lugar de Raniere e George Câmara também atinge, segundo o artigo 69 da resolução 23.373 do TSE, a candidatura de Carlos Eduardo, me perguntei porque os interessados não apresentaram a mesma espécie de recurso contra Carlos.
Segundo me informou o jornalista Dinarte Assunção, o caso da majoritária está no TSE.
Não sei qual seria o cenário se as decisões relativas à coligação de George e Raniere tivessem, também, sido tomadas com relação à candidatura de Carlos Eduardo.
1) Decisão de setembro previa que a votação da coligação de George e Raniere fosse zerada no pleito de 7 de outubro.  Se isso acontecesse a Carlos Eduardo e seu registro tivesse sido cassado, como seria o segundo turno?
2) E agora?  Se o TSE entender que a interpretação dada pelo TRE à situação do PT do B valer para Carlos Eduardo depois da eleição no segundo turno?  O que acontece?

Não sou jurista, mas se eu não estiver enganado, faz muita diferença se uma decisão assim ocorrer antes da eleição ou após o candidato ser eleito.  Nesse caso, o golpe ainda seria mais amplo que tivéssemos ideia antes.  Não estou certo, mas acho que resultaria na eleição, no tapetão, de Hermano Morais.

P.S.: Dinarte me lembrou que o caso está no TSE porque já passou pelo TRE. Mostrou que eu me expressei mal - mas vou deixar a pergunta lá em cima.
A questão é: se o caso é igual, e ambos estão com recurso no TSE, por que os votos de Carlos Eduardo também não foram zerados?

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