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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#AmorSimRussomanoNao: Às ruas, camaradas



Uma das coisas mais bacanas que tem acontecido nos últimos anos no mundo é que surgiram mil e uma novas formas de se manifestar. Graças às redes sociais, as convocações para ir às ruas se espalham que nem rastilho de pólvora. Churrascões, marchas, flashmobs, bicicletadas… Vale tudo na hora de reivindicar e protestar. Teve até uma galera na Espanha que resolveu cantar flamenco no banco contra as medidas econômicas do governo. Achei o máximo.
Nesta sexta,5 de outubro, na Praça Roosevelt, centro de São Paulo, vai haver um festival por amor à cidade e contra Celso Russomanno, do PRB. Convocado por eleitores comuns, não por adversários do candidato. O que vai acontecer por lá? De tudo um pouco: música, teatro de rua, performances. Só indo ( vestido de rosa) para descobrir.

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