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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#RevoltadoBusao: O Seturn dispara novo rastilho de pólvora

Qual o interesse do Seturn?
Sinceramente não sei. Aparentemente sua intenção é incendiar ainda mais a cidade. Nada explicaria a ação de acabar unilateralmente o funcionamento das transferências a não ser o desejo de reanimar a #RevoltadoBusao - que dessa vez tem um potencial ainda mais explosivo porque o toque no bolso de todos os trabalhadores e demais usuários do sistema de transporte é ainda mais profundo e radical.
O Seturn quer colocar o povo na rua e tornar inevitável as formas de aumentar sua receita. Seja eliminando a integração, aumentando a passagem, impactando as tarifas sociais e gratuidades -conforme o discurso que foi exposto pela própria InterTV Cabugi logo a seguir à revogação do aumento da passagem pela Câmara Municipal. Para isso, o povo na rua pode lhe servir ao interesse porque, certamente, pode gerar mais pressão e caos.
Saída? A saída é o povo na rua. Sem se submeter aos interesses dos empresários. Ações como roletaços, por exemplo. Mas cabe ao movimento e ao povo na rua descobrir o melhor caminho.

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