Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#RevoltadoBusao: Ex-secretário recebeu Mercedes de empresa

O Ministério Público não tem dúvidas sobre o envolvimento de José Vanildo da Silva, então secretário de Transportes em Natal - atual presidente da federação de futebol -, no esquema mantido pelo Seturn contra a operação dos alternativos no início da década passada.
Segundo a investigação concluiu, até multa em data anterior à compra do veículo ocorreu.  As multas eram registradas pelos fiscais em folhas comuns de papel e apenas o chefe do Departamento de Fiscalização e Vistoria, Marcos Siqueira, as lavrava na STTU.
Além disso, ficou evidenciado que fiscais da STTU recebiam cerca de R$ 200,00 do Seturn para perseguir as vans.  Cada carro apreendido ou multa aplicada valia, também, uma comissão.  Os servidores se consideravam por isso como funcionários da STTU e do Seturn, tendo ingressado com reclamação trabalhista contra o sindicato das empresas.
O pagamento, segundo o MP, não era feito apenas aos servidores da STTU.  Segundo Nelson Ramos, que foi beneficiado pela delação premiada, "o dinheiro também era enviado para o Secretário José Vanildo e Marcos Siqueira".  Ou seja, o Seturn pagava propina, a ambos, contra quem o MP pede a condenação também por corrupção.
Em seu depoimento ao MP, Ramos afirma que Vanildo não recebeu apenas dinheiro das empresas de ônibus: "José Vanildo recebeu da Santa Maria um veículo Mercedes 'Classe A', de placas MYJ-0306".
Vale destacar que o salário mínimo à época dos crimes era R$ 200,00.

Comentários

Postagens mais visitadas