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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#RevoltadoBusao: Empresas desrespeitam decreto da Câmara

Depois de mais de uma semana de luta nas ruas, a Câmara Municipal de Natal aprovou ontem unanimemente a revogação do aumento das passagens de ônibus. Publicado no Diário Oficial de hoje, o decreto legislativo fixa em R$ 2,20 o preço da passagem.
Ou fixaria.
As empresas decidiram ignorar a decisão já publicada e continuam cobrando R$ 2,40. E agora?
Sugestão da jornalista Tâmara Martins é que o passageiro pague R$ 2,20 ao motorista e entre sem passar pela catraca, já que ontem a CMN decidiu também dar fim à dupla função de motorista como cobrador.
E aí Seturn? Quer fazer disso uma guerra mesmo?

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