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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Petrobras vai falar sobre denúncias?

Segue abaixo mais um email que acabo de enviar à assessoria de imprensa da Petrobras.

Caros,

Gostaria de saber se há previsão para resposta à nossa demanda relativa à nomeação do gerente Luiz Antônio Pereira como também a respeito do contrato com a Empercom - denúncia recente dá conta de que Luiz Antônio teria um contrato "de gaveta" com a empresa.
Se possível, gostaria que a Petrobras dissesse, ao menos, se pretende responder a esse ou a quaisquer dos emails anteriores, sobre os quais não se manifestou até agora.

Daniel Dantas Lemos

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