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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Petrobras não responde, mas quer solucionar problemas

Até hoje a Petrobras não respondeu às demandas que encaminhei, inclusive para a sua gerência de imprensa, acerca das denúncias envolvendo o gerente de Serviços Especiais da empresa em Mossoró. Irmão do ministro do TST, Emmanoel Pereira, Luiz Antônio é acusado principalmente em casos de assédio moral seria apadrinhado do deputado federal Henrique Alves (PMDB).
Mas tudo indica que a empresa trata a situação como crise - o que pode significar, também, que o assédio moral não resume todos os problemas. A alta cúpula da Petrobras e o deputado Henrique Alves teriam dado a diretriz para que todas as reinvidicações do grupo de empregados dos Serviços Especiais fossem atendidas numa tentativa de debelar o que chamam de "rebelião".
Ainda assim, a Petrobras não respondeu sobre as denúncias contra Luiz Antônio, inclusive as relativa ao contrato com a Empercom.

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