Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Petrobras: Indenizações a apenas quatro ex-empregados somam mais de R$ 1,4 milhão

Recebi nos últimos dias informações sobre apenas quatro das ações trabalhistas envolvendo ex-empregados de empresas contratadas à gerência setorial de Serviços Especiais da Construção de Poços Terrestres da Petrobras - em Mossoró. Os quatro empregados conseguiram condenação contra a Petrobras como litisconsorte-passiva.

As condenações pecuniárias por problemas que envolvem principalmente o pagamento de horas-extras devidas e atribuídas à má-gestão somam um prejuízo de R$ 1.406.666,47.

Isso mesmo: quase R$ 1,5 milhão em apenas quatro empregados - pagamentos que variam de R$ 117 mil a R$ 827 mil.

Enquanto isso, a Petrobras continua se recusando a responder às demandas apresentadas pelo blog a respeito do assunto.

Comentários

Postagens mais visitadas