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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Pecado Capital: @rychardsonmb recusou-se a responder perguntas


A expectativa pelo depoimento do ex-diretor do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem/RN), Rychardson de Macedo, apontado pelo MP como o mentor de um suposto esquema de desvios de recursos públicos no período que foi diretor da autarquia, acabou frustrada no início da tarde de ontem (13).

Da mesma forma que seu irmão, Rychardson também se negou a responder qualquer pergunta do juiz da 2ª Vara Federal, Walter Nunes, e dos promotores de justiça.

Segundo o magistrado, esse é um direito constitucional dele e isso não causa uma prévia interpretação de admissão de culpa.

Entretanto, diferente de Rhandson, de Adriano Nogueira e Aécio Fernandes, que se negaram a responder perguntas durante as fases do processo, o ex-diretor disse que após a conclusão da perícia contábil em suas empresas, caso ele considere necessário, poderia responder aos questionamentos, e saiu da sala de audiência da 2ª Vara Federal sem falar com ninguém da imprensa.

Durante toda a manhã (13) apenas três dos sete denunciados pelo Ministério Público foram ouvidos pelo juíz da 2ª Vara Federal, Walter Nunes.

Daniel Vale e Acácio Forte responderam as perguntas do magistrado, contudo se negaram a responder aos questionamentos dos representantes do Ministério Público. O empresário Jefferson Witame respondeu a todos, encerrando os interrogatórios.

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