Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Impacto: @blogdobarbosa fala sobre vazamento de informações

O jornalista Carlos Alberto Barbosa procurou o blog para esclarecer sua versão acerca dos episódios relatados em post seu de agosto de 2007, republicados ontem aqui.
"A bem da verdade, quando disse no meu post que Raimundo Fernandes estava circulando na Câmara, realmente foi dias depois do ocorrido", disse Barbosa.
O jornalista diz, ainda, que em nenhum momento insinuou alguma participação do promotor Giovanni Rosado no caso. "Apenas relatei uma reunião que ocorreu", disse.
Barbosa lembra que nunca foi desmentido. "O que relatei no post foi a pura verdade: Raimundo esteve na Câmara após delatar as interceptações", completou.
O jornalista diz mais: "O deputado foi à Câmara por 2 ou três vezes preocupado que estava com o vazamento da Operação. E Raimundo Fernandes se reuniu com Hermano e mais três outros vereadores. Porque imputar só a ele o vazamento da Operação?", questionou.
Por fim, Barbosa não vê nada demais no fato de Hermano ter informado Renato Dantas sobre as interceptações: "O fato de ele ter falado para Renato Dantas nada mais do que natural, afinal Dantas era do PMDB na época e o seu nome foi citado por Raimundo", finalizou.

Comentários

Postagens mais visitadas