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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Lobby de @joseagripino em favor da Febraban é barrado

Trata-se de projeto que tipifica crimes cibernéticos.
Ilimar Franco é quem informa, na sua coluna do jornal O Globo:

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), e o relator da comissão que elabora o novo Código Penal, senador Pedro Taques (PDT-MT), puxaram a escada do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM). Na quarta-feira, atuando em dobradinha com o presidente do DEM, José Agripino (RN), e atendendo a pedido da Febraban, Braga aprovou, a toque de caixa, na Comissão de Ciência e Tecnologia, projeto da Câmara que tipifica os crimes cibernéticos (a chamada lei Carolina Dieckmann). Braga passou por cima da CCJ e tentou votar em regime de urgência direto no plenário do Senado. Taques protestou, e Renan impediu a votação.

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