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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Leitor reafirma leviandade do blog

O leitor Paulo Eduardo apresentou um novo comentário, que reproduzo abaixo:
A forma até um pouco pejorativa como o Sr escreve em seu Blog, linka o nome da sra Mariana a uma condição que não condiz com a verdade, ela, por esforço próprio, chegou na posição que se encontra e se vê hoje envergonhada pelo nome que trás. Tudo isso porque, alguém, que com poucos ou nenhum escrúpulo linkou seu nome a uma situação vexatória e que a partir de agora todos vão fazer essa referência.
Pena o Sr ainda tentar justificar uma falha de checar suas fontes e os fatos antes de publicá-los, o que pode nos levar a pensar que são levianos pra não dizer irresponsáveis.

Acontece que sequer havia citado o nome da sobrinha de Luiz Antonio Pereira e Emmanoel Pereira porque não sabia.  Reproduzo a resposta dada a Paulo Eduardo a seguir:

Tecnicamente, caro Paulo Eduardo, você está equivocado.
Em primeiro lugar, quando apurei a situação, sequer sabia o nome da sobrinha do ministro. Desse modo, perceba, seu nome não foi referido em minha nota encaminhada à gerência de Comunicação e Segurança de Informações da UO-RNCE. Caso soubesse de quem se tratava, poderia sim procurá-la e verificar uma parte da história.
No entanto, aí o equívoco maior, minhas questões principais continuariam sendo dirigidas à Petrobras porque dizem respeito às suas políticas de RH e a um possível tráfico de influência em sua organização. Afinal quem deve responder sobre as regras de avanço de nível e promoção, por exemplo, é a empresa, não sua empregada.
Agora, uma vez que a Petrobras não respondeu ao meu questionamento e você fala em nome da Marianna, esclareço que há espaço no blog para que ela - ou mesmo você - possam se posicionar - como aliás estou fazendo.
Respeito sua opinião e não questiono a defesa que faz de Marianna. Mas isso não muda o fato de que há questões ainda não respondidas pela Petrobras. Sugiro, inclusive, que assim como você pode vir aqui me questionar, possa pressionar a empresa para que, finalmente, responda meus questionamentos.

Comentários

  1. Parte retirada do seu Post: Segundo informações apuradas, sobrinha de Luiz Antônio, chamada Mariana receberia pagamento de diárias em frequentes viagens, além de liberação para fazer pós-graduação. O mais impressionante é que no último processo de avanço de nível e promoção dos empregados da Petrobras Mariana teria recebido três níveis de uma vez só.
    O que a Petrobras tem a dizer quanto a isso?
    O Sr cita por duas vezes o nome de Mariana. Não fui eu que a nominei nem nomeei. Sei tbm que o Sr é ex-funcionário da Petrobrás e, pelo que está parecendo, por não ter forças nem notoriedade para conseguir "respostas" da Petrobrás, vai agora querer incomodar o máx possível, pessoas que não tenham "rabo preso", na tentativa de fazer a Petrobrás se mexer. Acredito ser atitude vã.

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  2. Vc me perdoe. Tem razão em relação a minha citação ao nome de Mariana. Nem me tinha percebido do fato.
    Quanto à Petrobras não se trata de força - mas de transparência no atendimento à imprensa.

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