Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Hermano arrecada mais que a soma dos adversários

A doação feita pelos partidos às campanhas é uma forma muito utilizada de se ocultar os doadores reais - partido se torna mero intermediário na circulação do dinheiro.
Feita a ressalva, publico abaixo texto de Dinarte Assunção sobre a arrecadação das campanhas a prefeito de Natal.

O PMDB está decidido a fazer de Natal o caminho para ascender ao Governo do Estado em 2014. São vários os sinais e um deles está no site do Tribunal Regional Eleitoral.

Lá consta que Hermano Morais, candidato do partido à Prefeitura do Natal, arrecadou mais dinheiro do que todos os demais juntos.

E detalhe: todo o dinheiro doado é do comitê do partido. Até agora foi R$ 1.664.600,00.

Eis um levantamento em que o candidato do PMDB venceria fácil, fácil Carlos Eduardo Alves (PDT), que até agora captou um quinto do valor, ou R$ 547 mil.

Rogério Marinho (PSDB) aparece com R$ 219,1 mil, seguido por Fernando Mineiro (PT), a quem foram doados R$ 188 mil.

O professor Robério Paulino (PSOL) tem custos modestos: R$ 7,9 mil. Não é uma situação exatamente difícil se compararmos ao liseu de Roberto Lopes (PCB). Ele declarou que até agora só arrecadou R$ 500,00. E dele mesmo.

Comentários

Postagens mais visitadas