Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Em nota, MP rechaça acusação do governo do Estado

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte rechaça e repudia toda e qualquer tentativa de envolver a Instituição em dificuldades financeiras alegadas pelo Governo do Estado para contrair antecipação financeira e honrar com o pagamento dos salários dos servidores referente ao atual mês de setembro.

Antes pelo contrário. O Ministério Público Estadual tem colaborado de forma efetiva com o equacionamento da questão orçamentária do Executivo Estadual, tanto que vem postergando projetos institucionais importantes, de modo a assegurar a liberação de mais de R$ 19,2 milhões do seu orçamento para pessoal fixado na lei ordinária n° 9.613, de 02 de fevereiro de 2012, representando uma redução de quase 11% para a despesa do quadro de pessoal do exercício corrente.

O MPRN deixa claro que realiza uma execução orçamentária transparente e responsável. Importante registrar que o repasse do duodécimo, por exemplo, não vem sendo liberado na totalidade representando até a presente data uma diferença de R$ 9 milhões do previsto para ser repassado pelo Governo do Estado ao Ministério Público no período de janeiro até o presente mês de setembro de 2012, o que vem gerando sérios transtornos nos compromissos Institucionais. 

No que se refere a Parcela Autônoma de Equivalência (PAE) devida a alguns Promotores e Procuradores de Justiça (ativos, inativos e pensionistas),, destaca o Parquet que  foi pago neste mês de setembro o valor previsto na programação financeira do Órgão, bem abaixo da economia apresentada pelo próprio MP, e muitíssimo distante do montante de R$ 58 milhões anunciado pelo Governo do Estado como o valor antecipado em operação financeira realizada para evitar o atraso no pagamento dos salários.

Por fim, o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte reitera descabida e irresponsável qualquer tentativa de vinculação de eventual atraso no pagamento dos servidores estaduais à gestão do seu orçamento.  Ressalta que estará cada vez vigilante no sentido de que o Governo do Estado respeite a autonomia dos demais Poderes e do próprio Ministério Público e realize, na sua integralidade, os repasses constitucionais previstos na Lei Orçamentária em vigor.

Comentários

Postagens mais visitadas