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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

DEM naufraga: navio será abandonado

O DEM perdeu o fôlego em todas as capitais em que disputa a eleição. Em Fortaleza, onde liderava, deve ficar fora do segundo turno.  Na maior cidade administrada pela legenda hoje, Mossoró, a oposição caminha aparentemente segura para uma vitória.  A sua única governadora conseguiu superar os 80% de desaprovação em menos de dois anos de mandato.

Dito isto, veja a nota reproduzida por Dinarte Assunção:

Deu em Ilimar Franco, n"O Globo

As conversas sobre a fusão do DEM ao PMDB serão retomadas. O DEM vai sair do pleito bastante enfraquecido.

Sua direção já vinha sendo pressionada por deputados estaduais e federais, que precisam de bases fortes para enfrentar a reeleição. Seu presidente, o senador José Agripino, interditou o debate no início do ano. Naquela época, o partido sonhava vencer em quatro capitais.

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