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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Assinatura de compromisso com saúde mental será sexta-feira

Evento para a assunção do compromisso dos prefeitáveis com o processo de ampliação da Rede de Atenção Psicossocial ocorrerá na próxima sexta-feira, 28 de setembro, às 9h, no auditório do Sindsaúde.  Todos os candidatos a prefeito foram convidados.
O convite, assinado pelo Conselho Regional de Psicologia, fala em nome de usuários, familiares, profissionais da saúde e apoiadores no sentido de avanço na reforma psiquiátrica na cidade do Natal.
Quem se comprometerá?

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