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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Juiz marca audiência de conciliação


O juiz Airton Pinheiro convocou para amanhã (15) uma audiência de conciliação entre Ministério Público Estadual, Associação Marca, Prefeitura de Natal e o interventor da A. Marca, Marcondes de Souza Diógenes Paiva. O objetivo é discutir os termos de extinção de contratos da UPA Pajuçara e das AMEs (Ambulatórios Médicos Especializados) e a situação provisória da intervenção judicial.

Segundo Marcondes Diógenes, o contrato das AMEs se encerra dia 26 de outubro e o da APA Pajuçara, dia 7 de dezembro. A justiça solicitou que o Executivo Municipal apresente, nesta audiência, um planejamento para a gestão das unidades. "É uma tentativa de conciliação para que o município apresente uma solução", disse o interventor.

Segundo Marcondes Diógenes é possível que, na audiência, o juiz fixe uma data para o fim da intervenção judicial. Isso depende, segundo ele, do planejamento que vier a ser apresentado pelo Município. Marcondes Diógenes foi escalado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte para a intervenção judicial desde a deflagração da Operação Assepsia, em 27 de junho. Ele informou que as unidades estão funcionando normalmente.

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