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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

MP se pronunciará até o fim da semana sobre descumprimento da Lei de Acesso à Informação

Por Anna Ruth Dantas

O Ministério Público do Rio Grande do Norte anunciará até o final desta semana as medidas que serão adotadas sobre o fato da Assembleia Legislativa e da Câmara Municipal de Natal não terem cumprido na integralidade a Lei do Direito a Informação. No caso do Legislativo estadual, a divulgação ocorreu apenas com o número de cargos e os salários base de cada um.

Já a Câmara, deteve-se a publicar os salários com os cargos e em outro documento a listagem completa dos servidores, sem fazer a relação com os cargos que ocupam.

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