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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Um ficha-suja no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte


http://www.nominuto.com/blog/brasilia-urgente/um-ficha-suja-no-tribunal-regional-eleitoral-do-rio-grande-do-norte/33484/

Notinha publicada hoje no Painel, a coluna política da Folha de S.Paulo assinada por Vera Magalhães:

Nomeado para o TRE-RN no dia 17, Verlano de Queiroz Medeiros foi processado na semana passada pelo Ministério Público Federal acusado de montar esquema de fraude em licitações no município de Sítio Novo. Ele advogou para prefeitos no Estado e para o líder peemedebista, Henrique Alves.

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