Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Terá a Operação Assepsia a ver com Wilma?

Há vários dias tenho pensado em algumas informações relacionadas à investigação da Operação Assepsia que, pelo visto, não chamou muita atenção.
Daniel Marinho Cabral foi indicado pelo procurador Alexandre Magno Souza para ser o representante do ITCI em Natal. Apesar de Daniel Cabral ter dito ao Ministério Público que foi selecionado por seu currículo, Daniel é sócio de Caio Alves de Souza, irmão de Alexandre Magno.
E onde pode entrar a ex-governadora Wilma de Faria, candidata a vice-prefeita de Natal na chapa de Carlos Eduardo Alves?
Daniel Cabral é filho de Maria Albanira Marinho Cabral. Albanira é conhecida pela proximidade e intimidade com Wilma, de quem foi secretária particular durante seu mandato de governadora.
Evidentemente não há nenhuma referência à ex-governadora, mas não é nada não é nada, a proximidade da Assepsia com sua sala de estar chama a atenção.

Comentários

Postagens mais visitadas