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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Polícia faz busca em casa de político por Caixa 2

Depois que deixou o poder, a vida não anda nada fácil para Sarkozy.

Policiais acompanhados pelo juiz Jean-Michel Gentil revistaram a casa e o escritório do ex-presidente nesta terça-feira, em Paris.

Gentil investiga possíveis remessas de dinheiro da herdeira da L'Oréal, Liliane Bettencourt, para o ex-chefe de Estado, durante sua campanha presidencial de 2007.

Segundo jornais franceses, ele pode convocar Sarkozy para depor nas próximas horas.
Outra juíza, Isabelle Prévost-Desprez, virou alvo de investigação por ter vazado informações para os jornalistas sobre a inspeção policial na casa de Bettencourt, em 2010.

Meus leitores hipócritas, vocês já imaginaram o barulho que a velha mídia faria se esses fatos ocorressem no Brasil?

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