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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: "Se você puder, dá para você depositar pelo menos três?", pergunta Bosco Afonso

Poucos dias depois da conversa citada no post anterior, em 28 de outubro, Assis e Bosco voltam a conversar. Assis avisa que está com a encomenda de Bosco.
Dessa vez, não há dúvida de que está encomenda seja dinheiro vivo: Bosco pede para que, se possível, Assis deposite pelo menos "três".
Parece que havia um pagamento periódico. Qual a origem do dinheiro?
Um é coordenador financeiro de uma secretaria. O outro é presidente de uma autarquia. Ambos, foram funcionários da TV Ponta Negra. Não seriam elementos que justificassem investigar o possível envolvimento da prefeita Micarla de Sousa (PV)? Somente o Procurador Geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, pode responder.

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