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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Rosalba só agiu contra a Marca depois da justiça

Por Roberto Guedes
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A imprensa e os políticos do Rio Grande do Norte passaram batidos quanto a um detalhe que precisa ser realçado no cenário em que a governadora Rosalba Ciarlini apareceu, no último fim de semana, anunciando a decisão moralizadora de instalar uma auditoria para investigar como o executivo potiguar, sob suas ordens, entregou de mão beijada à Marca a gestão do Hospital da Mulher de Mossoró, seu berço e maior reduto eleitoral.
É que Rosalba só tomou esta decisão dias depois de a justiça, acolhendo proposta do ministério público estadual, resolveu dar andamento a uma ação contra o executivo potiguar exatamente porque essa dação se mostrou danosa para o erário.
A Rosalba desta semana é a que tentou figurar como moralizadora em relação a esta dação poucos dias depois de a "Operação Assepsia" levar à cadeira responsáveis pela contratação fraudulenta da Marca pela prefeitura de Natal e após a justiça mossoroense ver admissibilidade na ação da sétima promotoria de Mossoró, responsável pela defesa do patrimônio público. Mas é a mesma que, por ocasião do Hospital da Mulher, reagiu duramente contra quem suspeitou da honestidade da contratação da Marca pela secretaria estadual da Saúde.

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