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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Pedida conversão em prisão preventiva de provisórias de envolvidos

Na Tribuna do Norte

Os promotores do Patrimônio Público irão pedir a conversão de prisão temporária para prisão preventiva dos investigados na Operação Assepsia. Segundo o Ministério Público Estadual, o pedido deve ser feito ao juiz da 7ª Vara Criminal, José Armando Ponte, até a tarde desta segunda-feira (2), a respeito dos detidos na Operação que ainda estão prisão temporária.

São eles: o ex-secretário de Saúde, Thiago Trindade, o ex-secretário de Planejamento, Antonio Luna e o ex-coordenador financeiro da Secretaria Municipal de Saúde, Francisco de Assis.

A prisão temporária tem um prazo máximo de cinco dias, prorrogáveis por mais cinco. Já a prisão preventiva não tem tempo máximo pré-determinado.

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