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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Os indicados de Paulinho Freire

Mais cedo perguntei sobre o que levaria o vice-prefeito Paulinho Freire (PP) a conversar com os representantes da Marca.
No dia 13 de julho de 2011 Risiely Lunkes conversa com Rose Bravo sobre o teor da conversa com Paulinho: os indicados do vice-prefeito na UPA e AMEs.
Conversaram também sobre as novas UPAs que a Marca vai administrar. Uma delas, a de Igapó, seria repassada ao governo do estado. Mas Paulinho diz que indicaria a Marca para continuar com o negócio.
A Marca ameaça não dar continuidade aos negócios porque a instalação de novas UPAs dependia do recebimento de repasses que não estavam sendo feitos pela gestão municipal.

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