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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Obras da Copa e cunhado de Eduardo Patrício

Um dos réus da Operação Sinal Fechado, Eduardo Patrício tinha um cunhado como líder da organização criminosa, George Olímpio, então casado com sua irmã Tânia.
O Ministério Público acusou Antônio Luna por transformar a Sempla em um balcão de negócios. Um dos negócios relaciona-se a uma pessoa de nome André, que se identifica como cunhado de Eduardo Patrício e que lida com seguros. A negociata se refere às obras estruturantes para a Copa 2014:

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