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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Mineiro critica governo por priorizar Marca em detrimento da saúde

Por Carlos A. Barbosa
No Blog do Barbosa

O deputado petista Fernando Mineiro faz duras críticas a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), em seu site. Segundo o parlamentar, após 18 meses de (des)governo, a chefe do Executivo estadual, Rosalba Ciarlini, anunciou os primeiros investimentos efetivos para reestruturação do sistema público de saúde. Após declarar estado de calamidade pública, em coletiva realizada na tarde de quarta-feira (4), a governadora declarou que irá direcionar R$ 25 milhões para a aquisição de novos equipamentos, pagamento de servidores e reforma dos 12 maiores hospitais da rede estadual, como o Walfredo Gurgel, Santa Cantarina e João Machado.

Para o deputado Fernando Mineiro (PT), a atitude do Gov.Rosa.DEM mostra apenas um governo desestruturado e sem planejamento, e que durante 500 dias não demonstrou interesse em tratar a saúde pública como uma de suas prioridades.

Segundo o parlamentar, há um interesse em “promover um desmonte” do sistema público em prol da privatização dos serviços.

- É só comparar: depois de 500 dias de gestão, Rosalba anuncia R$ 25 milhões para a saúde. Entretanto, por um contrato de cartas MARCAdas, já pagou 10,6 milhões em 4 meses para a gestão de apenas um hospital, analisa.

Mineiro refere-se ao contrato estabelecido pelo governo do estado com a Associação Marca para a gerência do Hospital da Mulher de Mossoró, em uma parceria de seis meses que custa R$ 16 milhões aos cofres públicos. Um levantamento do mandato do deputado mostrou que, durante o mesmo período, a governadora havia investido menos de 0,5% na saúde. A Associação Marca é também uma das Organizações Sociais investigadas pelo Ministério Público na Operação Assepsia, por estabelecer contratos fraudulentos com a prefeitura de Natal.

O deputado também afirma que irá fiscalizar a aplicação dos recursos.

- Espero que o decreto de calamidade pública não seja apenas desculpa para a dispensa de licitação. Vamos fiscalizar, declarou.

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