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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: ITCI atua no RN desde o governo Wilma

Por Carlos A. Barbosa 
http://blogdobarbosa.jor.br/?p=61783

Se as investigações da Operação Assepsia – esquema fraudulento montado dentro da Secretaria Municipal de Saúde de Natal com braço estendido à Secretaria Estadual de Saúde – forem aprofundadas, como deverão ser, vai-se verificar que a empresa ITCI (Instituto de Tecnologia, Capacitação e Integração Social) é tão maléfica aos cofres públicos quanto a Associação Marca para Promoções de Serviços. Ambas tem cunho de OS`s (Organizações Sociais).
A ITCI, aliás, já atua no Rio Grande do Norte desde o segundo governo Wilma de Faria (PSB), quando o então vereador Rogério Marinho – hoje deputado federal e candidato a prefeito de Natal – era presidente da Câmara Municipal e correligionário de Wilma. A ITCI tinha contrato para prestação de serviços junto à Secretaria Estadual de Educação em regime terceirizado quando a irmã de Rogério, Valéria Marinho ocupou a chefia de gabinete da pasta.
O blog tomou conhecimento de que na época um empresário – que por questão de ética declino de divulgar o seu nome –  teve problemas profissionais que se transformaram em financeiros quando Alexandre Magno – ligado politicamente a Rogério Marinho -, era, segundo ele "capataz da Educação".
Em seu depoimento ele diz que quase teve que sair do Rio Grande do Norte.
- Tomaram muito dinheiro de fornecedores, fizeram dali um balcão de negócios, e acrescenta:
- Na prefeitura de Natal o esquema é o mesmo.
De onde se conclui que as "ligações perigosas" do esquema de fraudes descoberto pela Operação Assepsia vai bater não só no candidato Rogério Marinho, mas como também na vice do candidato a prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), a ex-governadora Wilma de Faria (PSB).

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