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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: investigações não chegaram a Micarla, informa PGJ

No Minuto

O procurador geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, informou ao Nominuto.com que, até o momento, não há elementos que indiquem a participação da prefeita Micarla de Sousa (PV) no esquema descortinado na Operação Assepsia, que apura supostas fraudes praticadas no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde, via contratação direcionada de organizações sociais.

Segundo ele informou, os promotores do Patrimônio Público se debruçam agora sobre o material apreendido na quarta-feira (27), quando a operação foi deflagrada. No mesmo dia, em coletiva de imprensa, Onofre já confirmara que as investigações não haviam conduzido à prefeita. De lá para cá, nata mudo. Em razão de prerrogativa de foro, apenas o procurador geral pode investigar a prefeita.

"A prefeita não está sendo investi gada. Até agora não há elementos que apontem seu envolvimento. Os promotores do Patrimônio Público, caso haja suspeita de participação da prefeita, me acionam para cuidar do caso", comentou.

Manoel Onofre Neto informou ainda que todos os envolvidos no caso até aqui, foram citados na petição apresentada pelo Ministério Público Estadual, o que, todavia, não significa que mais pessoas sejam incluídas nessa nova fase das investigações.

O procurador geral também destacou que, no plano estadual, as investigações ocorrem na Promotoria de Mossoró, sendo o procurador do Município Alexandre Magno Alves o principal suspeito de ter deflagrado o mesmo esquema apontado pelo MP na Secretaria Estadual de Saúde.

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