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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Alexandre Magno entregou-se à polícia neste domingo

Por Carlos A. Barbosa 

http://blogdobarbosa.jor.br/?p=61741

blog tem informação de que o procurador do município Alexandre Magno teria se entregado neste domingo (1). Foragido desde a última quarta-feira (27) quando foi desencadeada a Operação Assepsia em Natal pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, Alexandre Magno, segundo uma fonte, teria se entregado hoje à Polícia. A hora e o local não foi informado ao blog. Mas tudo indica que teria sido no Quartel Geral da Polícia Militar, em Natal.

Alexandre Magno Alves está sendo acusado pelo MP de ter agido na Secretaria Municipal de Saúde em conjunto com o ex-secretário Thiago Trindade, para favorecer organizações sociais em licitações fraudulentas. Depois da exoneração de Tiago Trindade da SMS, Alexandre Magno foi requisitado para trabalhar na Secretaria Estadual de Saúde Pública, onde passou a fazer lobby para a Associação Marca, também envolvida no escândalo.

As interceptações telefônicas realizadas pelo MP apontam que Magno atuou para que o governo do estado firmasse um contrato com a Associação Marca para gerir o Hospital da Mulher de Mossoró. O contrato foi de R$ 16,8 milhões e firmado em março de 2012 para um prazo de seis meses. Até junho deste ano, o governo do estado já havia transferido R$ 10,6 milhões para a Marca.

A atuação do procurador Alexandre Magno, segundo o documento do Ministério Público, era a de lobista e também incluía a realização de licitações dirigidas para as Organizações Sociais.

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