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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Licitação sob suspeita deve ser cancelada

Fraudar licitações, pelo visto, não é mais um bom negócio no Rio Grande do Norte.  Todo mundo teme o poder investigativo do Ministério Público.
A última "vítima" foi a licitação para contratação de agências de publicidade pelo governo.
Eliana Lima, em sua coluna de hoje, informa que o primeiro-cavalheiro Carlos Augusto Rosado (será que ele está sendo investigado pelo #Caixa2doDEMnoRN?) esteve com o advogado Paulo de Tarso Fernandes ontem e, após a reunião, decidiu cancelar a licitação das agências.
O motivo pode ser explicado em nota de Roberto Guedes:
Maracutaia
Está desembarcando esta semana na área do ministério público estadual voltado para a defesa do patrimônio público um dossiê mostrando que os critérios de avaliação das agências que disputaram recentemente a verba publicitária do governo do Estado se modificaram entre dois estágios distintos do processo. Enquanto os avaliadores não sabiam a quem pertenciam as informações e propostas apresentadas pelos concorrentes, estavam na frente determinadas agências. Após a abertura dos envelopes de identificação, apareceram os "azarões" que terminariam sendo escolhidos. A governadora Rosalba Ciarlini já conhece a história em seus mínimos detalhe$.
A comissão responsável por essa licitação que, aparentemente, estava sendo fraudada e será cancelada era composta por Ana Luíza Cardozo, Edwin Carvalho e Héverton de Freitas.

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