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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Inversão dos fatos: para prefeitura, o agredido foi Eugênio

Não, a prefeitura não defendeu o secretário-adjunto da Semurb, Eugênio Bezerra.  A prefeitura inverteu os fatos e lamentou a agressão sofrida por Eugênio ao ser expulso da Câmara na tarde de hoje.
Perderam a noção do ridículo diante dos vastos testemunhos que deram conta de sua agressão contra a esposa do vereador Júlio Protásio (PSB).  E atentaram, mais uma vez, contra a inteligência dos cidadãos de Natal.
Leia a nota da prefeitura, que mostra o quão desorientada anda a gestão:

A Prefeitura Municipal do Natal lamenta os tristes fatos ocorridos na tarde de hoje nas galerias da Câmara Municipal do Natal quando o jornalista Eugenio Bezerra, ocupante do cargo de secretário-adjunto da Semurb, foi agredido e expulso das dependências daquela Casa Legislativa.

Na defesa de sua integridade física e para dar seguimento às devidas providências legais, o jornalista compareceu à 1a. Delegacia de Polícia para registrar o boletim de ocorrência e se submeteu ao exame de corpo de delito.

O exercício da Democracia requer espírito público e serenidade e desaconselha ações como a disseminação de mentiras, criação de factóides e o oportunismo de quem tenta fazer de argumentos políticos matéria-prima de um processo legal.

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