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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: A incorporação do assessor de Enildo Alves

Fúlvio Sousa é assessor especial de Enildo Alves, vereador pelo DEM e líder da prefeita Micarla de Sousa (PV).
A ruptura de Enildo com o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) se deu porque o último não promoveu a incorporação da gratificação de Fúlvio por considerar irregular.
Enildo, tempos atrás, quase rompeu com Micarla devido a essa incorporação. Finalmente, a prefeita cedeu e concedeu a incorporação da gratificação, conforme o Diário Oficial em recorte abaixo:

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