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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Deu chabu no impeachment

No Blog do Barbosa

O que já era de se esperar aconteceu. A Câmara Municipal rejeitou em sessão nesta terça-feira (3), por 13 votos a sete e uma ausência, o pedido  para a abertura de processo de impeachment da prefeita de Natal Micarla de Sousa (PV), que gora foi arquivado.
De autoria do vereador Júlio Protásio (PSB), o pedido foi embasado nas denúncias de irregularidades nos contratos da prefeitura de Natal com as organizações sociais que cuidam da saúde pública na capital, conforme investigações do Ministério Público do Rio Grande do Norte que levaram a Operação Assepsia.
Os vereadores Enildo Alves (DEM), Assis Oliveira (PR), Adão Eeridan (PR), Franklin Capistrano (PSB), Edivan Martins (PV), Chagas Catarino (PP), Albert Dickson (PP), Bispo Francisco de Assis (PSB), Aquino Neto (PV), Adenúbio Melo (PSB), Heráclito Noé (PPS), Ney Lopes (DEM) votaram contra o pedido de abertura do processo de impeachment.
Já os vereadores Júlio Protásio (PSB), Fernando Lucena (PT), George Câmara (PCdoB), Júlia Arruda (PSB), Luis Carlos (PMDB), Raniere Barbosa (PRB) e Sargento Regina (PDT) votaram a favor do pedido de impeachment. O vereador Maurício Gurgel (PHS) não participou da sessão.
De antemão já sabia-se que isso poderia ocorrer. Primeiro, porque não havia tempo suficiente para o andamento dos trabalhos de um colegiado que fosse julgar o impedimento da alcaidessa natalense, até porque Micarla de Sousa teria o direito de defesa, e isso demanda tempo. A não ser que fosse um impeachment a lá Paraguai. E aí seria considerado golpe.
Segundo por se tratar de um ano de eleições municipais em que os vereadores estarão envolvidos com suas campanhas a reeleição. Quem ficasse a frente do colegiado, portanto, não teria tempo de se dedicar a campanha. Daí, ter dado chabu!
Mas o natalense em breve estará livre da ” Gestão de Mídia”.

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