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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Assepsia e a rejeição ao impeachment

A prefeita Micarla de Sousa (PV) acreditava na possibilidade de sofrer impeachment por causa do contrato com o ITCI.  Ela disse isso ao ex-secretário de saúde, Thiago Trindade, e nós falamos aqui.
Os vereadores de sua base são mais crédulos sua lissura e gestão que a própria Micarla.  É isso que pode se afirmar com base no resultado da votação do pedido de abertura do processo de impeachment da prefeita nesta tade na Câmara de Vereadores.  A abertura foi rejeitada por 13 a 7.
O mais ridículo: pelo menos três vereadores da base (o líder Enildo Alves, do DEM, Ney Júnior, também do DEM, e Heráclito Noé, do PR) disseram que não há referências a Micarla na Operação Assepsia. Se eles olharem, com certeza vão ver.  E espero que o Procurador Geral de Justiça também veja.

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