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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Em carta coletiva, ministros peruanos renunciam a seus cargos

No Opera Mundi

O ministro da Saúde do Peru, Alberto Tejada, confirmou nesta segunda-feira (23/07) que o Gabinete Ministerial do país apresentou sua renúncia ao presidente, Ollanta Humala, e que está prevista para as próximas horas a posse dos novos integrantes do Executivo.

"Todos os ministros pusemos nossos cargos à disposição do presidente da república. (Estamos) satisfeitos, conformados e fazendo esta mudança de Gabinete que é comum nesta época do ano, com a sensação do dever cumprido", afirmou Tejada à emissora Rádio Programas del Perú (RPP) depois de se reunir na Presidência do Conselho de Ministros com todos os titulares.

Ao ser consultado sobre que ministros permanecerão em seus cargos, Tejada destacou que apenas Humala sabia dessa informação."Hoje apresentaram todas suas cartas de renúncia, o presidente vai ver quem continua", expressou.

Segundo Tejada, a cerimônia de posse será realizada às 18h locais (20h de Brasília) no Palácio de Governo, embora uma fonte de imprensa do Executivo não tenha confirmado à Agência Efe a convocação.

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